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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Como implantar os 5Ss

QUALIDADE SIMPLES

Fonte: http://blog.qualidadesimples.com.br

Tecnologia, Gestão da Qualidade e Marketing

 

Como implantar os 5Ss?

Em 7 de outubro de 2013, em Gestão, Qualidade, por Giovana

 

clip_image002A implantação de um Programa 5S não é nada fácil, pois implica em mudança de atitudes e envolve a todos, do topo à base da pirâmide. A estruturação de um Programa 5S começa pela elaboração de um cronograma de implantação, entretanto antes de “já sair pedalando” é importante conhecer  alguns itens que poderão auxiliá-lo na organização do seu cronograma, que são eles:

Prazos

O Programa 5S tem um cronograma básico, mais ou menos padronizado, e testado com sucesso em muitas empresas, que pode ser usado como modelo, pois ninguém precisa inventar a roda. Ele prevê um prazo para cada etapa do programa.

Local

Deve ser o mais agradável e adequado, e que, preferencialmente, comporte todas as pessoas sentadas. É importante que a sala seja previamente organizada com todo material necessário.

Reuniões

Cada etapa da implantação é precedida de uma reunião com a participação de todos que trabalham na empresa. Escolha um dia da semana ideal para isso. De preferência negocie com os seus parceiros o melhor horário.

Cartazes e Murais

Outra iniciativa que gera bons resultados é a manutenção de um jornal-mural que acompanhe, em forma de notícias, o andamento do programa. O jornal pode ter qualquer nome (por exemplo “O Esfregão”), pode conter uma síntese das decisões tomadas nas diversas reuniões, notas sobre os progressos obtidos e, também, servir de expositor de notícias publicadas nos jornais e nas revistas através de temas relacionados com o programa: saúde, qualidade de vida, ecologia, combate ao desperdício, qualidade total, entre outros, a criatividade é livre.

Registre a Situação Atual da Empresa em Fotos ou Filme

Tire fotos de todos os ambientes de trabalho e de circulação geral, dê ênfase aos locais que estão “bagunçados”, mostre gavetas, interior de armários, mesas de trabalho, área de produção e também aquelas famosas salinhas da bagunça (o cafofo), onde tudo é “jogado” por lá e esquecido por todos.

Lembre-se de organizar bem este material para que possa, ao final do programa, documentar os mesmos locais depois da implantação. Utilize este material na reunião;

Na elaboração do cronograma de implantação observe o espaço de tempo entre as etapas, não coloque um espaço de tempo muito longo nem curto demais. Tenha claro o melhor tempo, de acordo com o tamanho da empresa, a época em que irá começar, o ramo de atividade e etc..

Observe o cronograma básico que você pode seguir para a implantação do programa na sua empresa.

 

Etapa                                                                                    Data Inicial Data Final

Planejamento ……………………………………………………….     ___/___/____          ___/___/___

Lançamento …………………………………………………………     ___/___/____          ___/___/___

Implantação do Seiri (descarte)..……………………………     ___/___/____          ___/___/___

Implantação do Seiton (organização)……………………..     ___/___/____          ___/___/___

Implantação do Seiso (limpeza)……………………………..     ___/___/____          ___/___/___

Implantação do Seiketsu (higiene)..………………………..     ___/___/____          ___/___/___

Implantação do Shitsuke (ordem mantida)…………….     ___/___/____          ___/___/___

 

Todo mundo sabe que uma das melhores formas de educar é com o exemplo. Então lidere o processo de implementação do Programa 5S, dando o exemplo com suas novas atitudes. A formalização escrita e disseminada por todos da empresa mostrará o comprometimento em facilitar, estimular, prover os recursos necessários ao sucesso do programa, sendo isso um fator fundamental para obter os melhores resultados.

Os novos hábitos são incorporados na interação de cada um com o outro e com o grupo. Sendo assim, a demonstração do empenho sincero na transformação de seus comportamentos e atitudes servirá como exemplo para todos os outros.

Cinco dias úteis antes da data marcada para a reunião de lançamento, afixe, nos locais mais visíveis da empresa,  cartazes para provocar a expectativa de todos em relação ao programa. Três dias úteis antes da reunião, será a vez de afixar um Cartaz-Convite já preenchido com a data, a hora, assinaturas e local da reunião.

 

Sendo assim, é chegada a hora de iniciar a implantação prática dos 5 sensos.

Uma excelente semana!

___________________

Fonte: Programa 5S – Estruturando a Implantação Qualidade Brasil – O seu portal brasileiro de Gestão

CIPA ESCOLAR

Fonte: http://www.projetocipaescolar.org

 

imageCIPA ESCOLAR

​Projeto da Escola de E.I.E.F. Major Manoel

Assis Nepomuceno, em Monguba

Pacatuba-CE

 

Muito tem sido os esforços de iniciativas sociais e políticas para minimizar ou erradicar os riscos de acidentes no trabalho. e a promoção do prevencionismo além de evitar custos associados para o empregador, como  para o trabalhador em si e consequentemente sua família, resguardando-os das sequelas física e/ou psicológica.

 

PROJETO

"Pensar é o trabalho mais difícil que existe, e esta é provavelmente a razão por que tão poucos se dedicam a ele." (Henry Ford)

 

PLANEJAMENTO

As questões de segurança, higiene e meio ambiente inserida no componente curricular do aluno do ensino fundamental como Temas Transversais (Proposta para inclusão de conteúdos de segurança e saúde no trabalho já se encontravam definidas nos componentes curriculares do Ensino Básico – FUNDACENTRO/2011), desenvolvendo ações educativas.  A Lei Federal nº 12.645, de 16 de maio de 2012, institui o dia 10 de outubro como Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas, desenvolvendo atividades afins, como “palestras, concursos de frase ou redação, visitações em empresas”, subtendendo-se de projetos definidos, quando que a “eleições de cipeiros” a organismo colegiado, onde mais que necessário criar ações para promoção do Dia Nacional de Segurança e Saúde nas Escolas, a continuidade do mesmo levando-se em consideração os norteadores de normas que constitui a implantação da CIPA no local de trabalho.
Adquirir competências para prevenção de riscos de acidentes não se limita a vínculos empregatícios mas a todas as instâncias sociais; no trabalho, em casa, na escola, reuniões religiosas ou sociais e para as vias públicas.

 

ESTRATÉGIA

Considerando a interpretação características de um colegiado, a implantação da CIPA ESCOLAR promove ações de sensibilização, responsabilização e intervenção do cuidado consigo mesmo e com o ambiente escolar como prática do exercício de cidadania.

 

RESULTADOS

Tendo um baixo nível educacional de sua Força de Trabalho, estudiosos no assunto consideram que a mesma é fundamental para o processo de realização socioeconômica dos indivíduos. Processo este que se desenvolve nas mais diversas camadas sociais: “na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, instituições de ensino, nos movimentos sociais e civis e nas movimentações culturais”, a mesma deverá “vincular-se ao mundo do trabalho”, Lei Federal de Diretrizes e Bases Nacional de Educação nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, “ que a educação tem o pleno desenvolvimento do educando, além de seu preparo para o exercício da cidadania” , sendo por sua vez o ensino ministrado entre “educação escolar ao mundo do trabalho”.

domingo, 6 de outubro de 2013

O Segurito 85

image
Para sugestões, críticas ou solicitação de exemplares do jornal O Segurito:

Prof. Mário Sobral Jr. - sobraljr27@ibest.com.br

 

Nesta edição trataremos de CAT, LTCAT, CLT, NTEP e muito mais.

Então pode iniciar a leitura dos autos com o mesmo esmero esperado de um perito judicial.

E não se acanhem, continuem enviando matérias para futuras edições recheadas com uma verdadeira salada de conhecimentos.

Aproveito para enviar o link do vídeo que elaborei sobre Estratégia de Amostragem: http://www.youtube.com/watch?v=NMUH_wRx6vA

Fico no aguardo de críticas e sugestões.

Para aqueles que gostarem do material peço uma ajuda na divulgação.

Um abraço,

 

Prof. Mário Sobral Jr.

Engenheiro Civil

Engenheiro de Segurança do Trabalho

Especialização em Higiene Ocupacional

Especialização em Ergonomia

 

Link para Download: https://www.dropbox.com/s/e5dtdizi3g0kxeb/SEGURITO%2085.pdf

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

DDS - Conhecendo a CIPA

Fonte: http://www.ddsonline.com.br

DDS - Conhecendo a CIPA - o perfil ideal do Cipista

 

imageNunca foi tão relevante como na atualidade o foco na segurança no ambiente corporativo! Já dizia o antigo ditado popular que a vida não tem preço e que investir em segurança não é caro, porque a vida é o nosso maior patrimônio. Não é verdade?

Raciocinando em torno desses valores, como Cipista, vamos destacar nesse DDS, o valor que a CIPA representa para os trabalhadores e os objetivos na empresa. Inicialmente, definimos CIPA, como Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. A NR (norma regulamentadora) que rege diretrizes e atribuições para a CIPA é a NR-05.

 

COMO ORGANIZAR A CIPA EM SEU TRABALHO?

A lei estabelece que em uma unidade os trabalhadores concursados, celetistas, estatutários, os contratados em caráter emergencial para atender necessidade temporária, os empregados de empresas prestadoras de serviços e os empregados que exercem cargos de livre provimento em comissão podem participar ativamente na CIPA.

 

O PERFIL IDEAL DO CIPISTA

A lei estipula 01 (um) membro para cada 20 servidores, tendo no mínimo 4 (quatro) e no máximo 26 (vinte e seis) servidores. Entretanto, há algumas considerações: caso uma unidade tenha que ter quatro titulares eleitos deverá em igual número ter mais 4 suplentes eleitos, os demais entram na lista de votos na ordem decrescente, aguardando vacância dos titulares e suplentes. As unidades com menos de 20 servidores será atendida pela unidade da qual é vinculada.

 

IMPORTANTE: A CIPA se reunirá uma vez por mês, em local previamente combinado e durante o horário normal de expediente. Poderão fazer reuniões extraordinárias em situações atípicas. Organizarão a reunião com pautas definidas ou não. Digno de ressaltar é que o plano de ação para a sua gestão é estratégica para o rumo das melhorias. Todas as ações estratégicas avaliadas e aprovadas pela comissão deverão ser registradas em atas. Os cipistas ou cipeiros eleitos gozarão de estabilidade por 02(dois anos).

Dentre os vários objetivos da CIPA, podemos citar:

  • Identificar os riscos em potencial no ambiente de trabalho;
  • Estabelecer um plano de ação preventiva dos acidentes;
  • Realizar inspeções de segurança no ambiente de trabalho;
  • Divulgar aos demais empregados informações relativas à segurança e à saúde no trabalho;
  • Promover anualmente a Sipat (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) visando ações de neutralização dos acidentes.

 

PERFIL DE UM CIPISTA OU CIPEIRO:

1- Conhecer seu ambiente de trabalho, tendo visão geral dos riscos da área;

2 - Detectar as fontes de risco e propor as medidas neutralizadoras de controle;

3 – Ser exemplar em conhecer as normas de segurança e aplicá-las;

4 – Demonstrar iniciativa, ser proativo e buscar apoio na solução dos riscos;

5 – Ser observador e ter espírito de equipe, interagindo em conjunto visando às melhorias e medidas para a saúde e segurança dos trabalhadores.

REFLETINDO: Trabalhador ajude a CIPA a promover ações de prevenção dos acidentes em sua área de trabalho e na eleição, vote e participe. Sua participação é importante neste processo. Pense nisso! Você também faz parte do processo!

Autor e Colunista: Marcos Paixão Lemos - Cipista na Vale S/A

E-mail: marcospaixaolemos@yahoo.com.br

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Saúde e Segurança Ocupacional

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Saúde e Segurança Ocupacional

Fonte: http://www.previdencia.gov.br

Até o mês de abril de 2007, para que a perícia médica do INSS caracterizasse um evento de incapacidade laborativa como um acidente ou uma doença do trabalho era obrigatória a existência de uma Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT protocolada junto ao INSS. A partir deste mês, a rotina de concessão de benefícios de natureza acidentária foi alterada junto ao Sistema de Administração dos Benefícios por Incapacidade – SABI, permitindo a caracterização do evento como de natureza acidentária ainda que não houvesse uma CAT vinculada ao benefício requerido.

Outro elemento que mudou o perfil da concessão de auxílios-doença a partir de abril de 2007 foi automação das lista A e B do Anexo II do RPS (Decreto Nº 3.048/1999) e a implementação do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário – NTEP, além da possibilidade de caracterização da natureza acidentária a partir da anamnese (Anamnésia = 1. E. Ling. Figura pela qual nos fingimos recordar de coisa esquecida. 2. P. ext. Reminiscência, recordação. 3. Med. Informação acerca do princípio e evolução duma doença até a primeira observação do médico.) do caso efetuada pela perícia médica do INSS.

O conjunto das medidas vigentes a partir de abril de 2007, além de promoverem uma mudança no perfil da concessão de benefícios previdenciários e acidentários, mostrou-se como um efetivo elemento na busca pela redução da sub-notificação de acidentes e doenças do trabalho. Em 2007, além dos casos de notificação destes eventos contabilizados mediante CAT (518.415 acidentes e doenças do trabalho), a Previdência Social reconheceu mais 141.108 casos (aplicação de Nexos Técnicos Previdenciários a benefícios que não tinham uma CAT vinculada).

Em 2011 foram registrados 711.164 acidentes e doenças do trabalho, entre os trabalhadores assegurados da Previdência Social. Observem que este número, que já é alarmante, não inclui os trabalhadores autônomos (contribuintes individuais) e as empregadas domésticas. Estes eventos provocam enorme impacto social, econômico e sobre a saúde pública no Brasil. Entre esses registros contabilizou-se 15.083 doenças relacionadas ao trabalho, e parte destes acidentes e doenças tiveram como consequência o afastamento das atividades de 611.576 trabalhadores devido à incapacidade temporária (309.631 até 15 dias e 301.945 com tempo de afastamento superior a 15 dias), 14.811 trabalhadores por incapacidade permanente, e o óbito de 2.884 cidadãos.

Para termos uma noção da importância do tema saúde e segurança ocupacional basta observar que no Brasil, em 2011, ocorreu cerca de 1 morte a cada 3 horas, motivada pelo risco decorrente dos fatores ambientais do trabalho e ainda cerca de 81 acidentes e doenças do trabalho reconhecidos a cada 1 hora na jornada diária. Em 2011 observamos uma média de 49 trabalhadores/dia que não mais retornaram ao trabalho devido à invalidez ou morte.

Se considerarmos exclusivamente o pagamento, pelo INSS, dos benefícios devido a acidentes e doenças do trabalho somado ao pagamento das aposentadorias especiais decorrentes das condições ambientais do trabalho em 2011, encontraremos um valor da ordem de R$ 15,9 bilhões/ano. Se adicionarmos despesas como o custo operacional do INSS mais as despesas na área da saúde e afins o custo global atinge valor da ordem de R$ 63,60 bilhões (dados preliminares). A dimensão dessas cifras apresenta a premência na adoção de políticas públicas voltadas à prevenção e proteção contra os riscos relativos às atividades laborais. Muito além dos valores pagos, a quantidade de casos, assim como a gravidade geralmente apresentada como consequência dos acidentes do trabalho e doenças profissionais, ratificam a necessidade emergencial de construção de políticas públicas e implementação de ações para alterar esse cenário.

As informações quantitativas apresentadas tem como fonte o Anuário Estatístico da Previdência Social – AEPS 2011.

O tema prevenção e proteção contra os riscos derivados dos ambientes do trabalho e aspectos relacionados à saúde do trabalhador felizmente ganha a cada dia maior visibilidade no cenário mundial e o Governo Brasileiro está sintonizado a esta onda.

sábado, 28 de setembro de 2013

Curso grátis de higiene ocupacional – 3 e 4

Fonte: www.ddsonline.com.br

Agradecimentos à Herbert Faria, proprietário do site DDS ONLINE

 

Imagem: http://victorcostasst.spaceblog.com.br/1855653/O-QUE-E-HIGIENE-OCUPACIONAL/

Curso grátis de higiene ocupacional

Módulo 3 - Ensaios de Vedação

Módulo  4 - Programa de Proteção Respiratória

Contribuição: TST Antonio Jose (São Paulo/SP).

Esses são os dois últimos módulos (são 4, no total).

Slides em formato PPT. Tema: Curso Grátis de Higiene Ocupacional

 

 

Link 3 para download:

Clique aqui para baixar e aguarde até que o download seja concluído

Link 4 para download:

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Perguntas Frequentes sobre o FAP

FAP - Fator Acidentário de Prevenção
Perguntas Frequentes

São 72 perguntas com respostas. Interessante como tira dúvidas aos nossos questionamentos.

Link para baixar: http://www2.dataprev.gov.br/fap/FaqFAP.pdf

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O que o FAP - Parte 1

imagem: inss.net 

1 - Fator Acidentário de Prevenção – FAP

Fonte: http://www.inss.gov.br/conteudoDinamico.php?id=464

O fator acidentário é um multiplicador, que varia de 0,5 a 2 pontos, a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho.

Base de cálculo - O FAP varia anualmente. É calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social, por empresa. O fator incide sobre as alíquotas das empresas que são divididas em 1.301 subclasses da Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE 2.0).

A nova metodologia: Resolução CNPS Nº 1.316  – aprovada pelo Plenário do Conselho Nacional de Previdência Social – CNPS em 2010 e em vigor desde janeiro de 2011. Esta metodologia não trouxe qualquer alteração na contribuição das pequenas e microempresas, já que elas recolhem os tributos pelo sistema simplificado, o Simples Nacional.

A Previdência Social disponibilizou em setembro de 2010 os valores do Fator Acidentário de Prevenção – FAP 2010, vigência 2011, de 922.795 empresas – integrantes de 1.301 subclasses ou atividades econômicas. O fator acidentário foi atualizado com base no histórico de acidentalidade de 2008 e 2009, alterando as alíquotas da tarifação individual por empresa ao seguro-acidente (alíquota Riscos Ambientais do Trabalho – RAT, de 1, 2 ou 3%).

Do total das empresas, 91,52% (844.531) foram bonificadas na aplicação do RAT (FAP na faixa bonus). Estre essas, 776.930 terão a maior bonificação possível de acordo com a nova metodologia do FAP (Resolução CNPS 1.316/2010), ou seja FAP = 0,5000.

Somente 78.264 empresas do total, ou 8,48% figuraram no faixa malus – valor superior a 1,0000 - na alíquota de contribuição ao Seguro Acidente em 2011, pois apresentaram acidentalidade superior à média do seu setor econômico.

O FAP é um importante instrumento da Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador. Governo, trabalhadores e empresários devem estar sempre atentos, para continuar avançando na cultura da prevenção acidentária e na redução dos acidentes em todos os setores econômicos do país.

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2 - FAP - Fator Acidentário de Prevenção

http://www2.dataprev.gov.br/fap/fap.htm

 

A proteção acidentária é determinada pela Constituição Federal - CF como a ação integrada de Seguridade Social dos Ministérios da Previdência Social - MPS, Trabalho e Emprego - MTE e Saúde - MS. Essa proteção deriva do art. 1º da Constituição Federal que estabelece como um dos princípios do Estado de Direito o valor social do trabalho. O valor social do trabalho é estabelecido sobre pilares estruturados em garantias sociais tais como o direito à saúde, à segurança, à previdência social e ao trabalho. O direito social ao trabalho seguro e a obrigação do empregador pelo custeio do seguro de acidente do trabalho também estão inscritas no art. 7º da CF/1988.

A fonte de custeio para a cobertura de eventos advindos dos riscos ambientais do trabalho - acidentes e doenças do trabalho, assim como as aposentadorias especiais - baseia-se na tarifação coletiva das empresas, segundo o enquadramento das atividades preponderantes estabelecido conforme a Sub Classe da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE. A tarifação coletiva está prevista no art. 22 da Lei 8.212/1991 que estabelece as taxas de 1, 2 e 3% calculados sobre o total das remunerações pagas aos segurados empregados e trabalhadores avulsos. Esses percentuais poderão ser reduzidos ou majorados, de acordo com o art. 10 da Lei 10.666/2003. Isto representa a possibilidade de estabelecer a tarifação individual das empresas, flexibilizando o valor das alíquotas: reduzindo-as pela metade ou elevando-as ao dobro.

A flexibilização das alíquotas aplicadas para o financiamento dos benefícios pagos pela Previdência Social decorrentes dos riscos ambientais do trabalho foi materializada mediante a aplicação da metodologia do Fator Acidentário de Prevenção. A metodologia foi aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Social - CNPS, (instância quadripartite que conta com a representação de trabalhadores, empregadores, associações de aposentados e pensionistas e do Governo), mediante análise e avaliação da proposta metodológica e publicação das Resoluções CNPS Nº 1308 e 1309, ambas de 2009. A metodologia aprovada busca bonificar aqueles empregadores que tenham feito um trabalho intenso nas melhorias ambientais em seus postos de trabalho e apresentado no último período menores índices de acidentalidade e, ao mesmo tempo, aumentar a cobrança daquelas empresas que tenham apresentado índices de acidentalidade superiores à média de seu setor econômico.

A implementação da metodologia do FAP servirá para ampliar a cultura da prevenção dos acidentes e doenças do trabalho, auxiliar a estruturação do Plano Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador - PNSST que vem sendo estruturado mediante a condução do MPS, MTE e MS, fortalecendo as políticas públicas neste campo, reforçar o diálogo social entre empregadores e trabalhadores, tudo afim de avançarmos cada vez mais rumo às melhorias ambientais no trabalho e à maior qualidade de vida para todos os trabalhadores no Brasil.

 

Atenção:

1. Os dados apresentados na página de consulta até as 18 horas do dia 13/10/2009 referenciavam apenas o ano de 2008 (por motivo técnico os dados de 2007 estavam ocultos). A partir deste momento estão disponibilizados integralmente.

2. Devido ao fato dos dados de 2007 terem estado ocultos, os índices de freqüência, gravidade e custo e respectivos percentis de ordem mostrados estavam incorretos e isto foi sanado a partir das 16 horas do dia 28/10/2009.

Importante: Tais ocultamentos não interferiram nos elementos de cálculo e no valor do próprio FAP divulgados desde o dia 30 de setembro.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Apresentações de Higiene Ocupacional – Módulos 1 e 2

Fonte: www.ddsonline.com.br

Agradecimentos à Herbert Faria, proprietário do site DDS ONLINE

Imagem: http://victorcostasst.spaceblog.com.br/1855653/O-QUE-E-HIGIENE-OCUPACIONAL/

Curso Grátis de Higiene Ocupacional

Módulo 1 - Riscos Respiratórios

Contribuição: Prof. Antonio José (São Paulo - SP)

Slides em formato PPT. Tema: Curso Grátis de Higiene Ocupacional - Módulo 1 - Riscos Respiratórios

Link 1 para download:

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Módulo 2 - EPIs para Proteção Respiratória e Filtros Mecânicos e Químicos

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