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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Como elaborar um relatório de Segurança

Fonte: http://segurancadotrabalhonwn.com/como-elaborar-um-relatorio-de-seguranca/

relatório, segurança, relatar, riscos, medidas preventivas, corretivas, trabalho

Os relatórios são conhecidos por sua seriedade. São tratados como verdadeiros documentos. E sua utilidade é imensa.

Hoje veremos como elaborar um relatório de Segurança do Trabalho passo a passo.

Muitas vezes em uma simples conversa não conseguimos fazer com que o empregador nos leve a sério o suficiente para promover melhorias necessárias no ambiente de trabalho. Mas, usando um Relatório de Segurança bem elaborado, as chances de sucesso aumentam, e muito.

Mas, em fim, Como elaborar um relatório de Segurança do Trabalho?

É preciso primeiramente entender quais as principais vantagens do relatório.

- O relatório serve para mostrar o que está errado no ambiente de trabalho.

É necessário sempre fazer um relatório com embasamento legal, ok. Profissional de Segurança do Trabalho que pensa ou acha alguma coisa, está redondamente errado!

As normas são nossas aliadas, por isso, precisamos entender pelo menos os itens que dizem respeito ao nosso ambiente ou segmento de trabalho.

- O relatório serve para mostrar as medidas de correção necessárias.

As medidas de correção devem ser apresentadas com maior riqueza de detalhes possíveis. É lógico que não podemos encher linguiça.  Devemos mostrar todas as opções de correções que são viáveis a empresa no momento.

- O relatório deve ser prático

Um bom relatório deve ser organizado e direto, não pode haver enrolação, afinal o empregador não tem tempo a perder.

Em se tratando de organização, o relatório deve conter no mínimo os campos:

- Cabeçalho

Nesse campo deve haver:

Data;

Nome ou logo da empresa;

Nome e localização do setor avaliado;

- Irregularidades encontradas

Nessa parte deve ser descrito os problemas ou irregularidades que foram encontrados no local analisado.

- Itens de conformidade com as normas

Nessa parte descrevemos o texto da norma que levou a inconformidade do item que foi mostrado acima.

Devemos mostrar o item da norma que a empresa está descumprindo, podemos fazer um control “C” control “V” (copiar e colar, no computador) da norma, se possível.

- Medidas corretivas propostas

Nessa parte devemos colocar as medidas de correção que poderão ser adotadas.

Quanto mais detalhadas forem as opções de medidas corretivas, melhor será.

- Nome do Profissional que elaborou o relatório

Importante para mostrar que está trabalhando. Documento importante para mostrar que está fazendo sua parte.

Principalmente quando a empresa não quiser regularizar a situação e acontece o pior, esse documento poderá ser usado como defesa.

- Nome do representante da empresa. Gerente, proprietário, etc.

É importante colher a assinatura do responsável pela empresa. Isso mostra que a empresa está ciente da não conformidade. Está ciente que existem itens errados e precisam trabalhar para corrigir.

Se o representante da empresa não assinar não se chateie por isso. Nesse caso podemos adotar o hábito de também enviar por e-mail.

Muitas vezes eles não assinarão por saberem que isso pode ser usado como prova de uma gestão descomprometida com a Segurança do Trabalho.

Se sua empresa não cumpre as normas que comprometem diretamente a segurança do trabalhador, é hora de pensar se vale a pena continuar correndo o risco de responder por omissão juntamente com ela. É como diz o Cosmo Palacios. “é melhor perder o emprego do que a dignidade”.

Conclusão

Amigos, essa é apenas uma das mil e uma maneiras de elaborar um relatório. Se conhece um outro jeito ou modelo a seu gosto, pode continuar usando normalmente.

Como esse é um documento interno das empresas as normas não opinam sobre ele. O importante é  desenvolver um modelo que atenda as necessidades da sua empresa. Simples assim :)…

Baseado nessa postagem elaboramos um “Modelo de Relatório de Segurança – download.”

Veja também:

Check list inspeção de segurança

Documentos do SESMT

Que Deus nos abençoe.

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