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domingo, 12 de maio de 2013

Manual da Indústria da Panificação

* Publicado em 2005


No Brasil, a indústria da panificação é constituída por cerca de 52 mil empresas geridas por 100 mil empresários e emprega mais de 550 mil trabalhadores (SINDIPAN/AIPAN - 2004). Em média, as padarias ocupam área de 238 m2, onde trabalham 12 pessoas sendo 10 empregados e dois sócios, das 6h às 22h, todos os dias da semana, e algumas padarias funcionam 24h/dia.

A matéria-prima básica utilizada na panificação é a farinha de trigo e, a partir dela, pode ser medida a capacidade industrial das padarias. No Brasil, as padarias "desmancham" em média 3,9 sacos de 50kg por dia, e nos centros urbanos do país, a média é de 6,2 sacos de 50kg por dia.

O consumo médio anual de pães é de 27kg por pessoa (com diferenças regionais: 35kg por pessoa no leste e no sul e de 10 kg por pessoa no nordeste) valores estes inferiores ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 60kg por pessoa (SINDIPAN/AIPAN - 2004), o que permite prever um crescimento neste ramo de atividade.

As principais etapas da fabricação de pães envolvem preparar, fermentar e assar a massa, que ocorrem em diversas áreas, sendo que os riscos ocupacionais podem estar presentes tanto na exposição à matéria prima, como nas condições das instalações, na utilização dos equipamentos e no processo de produção.

Visando minimizar esses riscos, o SESI-SP, através da Diretoria de Assistência Médica e Odontológica e da Gerência de Segurança e Saúde no Trabalho, lança o Manual de Segurança e Saúde no Trabalho para a Indústria da Panificação, que apresenta o histórico e tipificação do ramo de atividade, as condições de risco e perfil das empresas estudadas, exemplos de programas e ações de Segurança e Saúde no Trabalho, Normas Regulamentadoras e outros preceitos legais pertinentes ao ramo da panificação e um encarte voltado à orientação dos trabalhadores.


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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Cartilha de Segurança e saúde no trabalho em pequenas pedreiras

imageO presente trabalho, de Bruno Dias Ferreira, totalmente ilustrado em PDF, em quase sua totalidade, mesmo a parte escrita é grafada como imagem. Porém, não deixa de ser interessante, mesmo que não se estenda muito em conceituações e em textos mais extensos.

 

Download:  http://mineralis.cetem.gov.br/handle/cetem/513?show=full

Bomba! - "Montadoras manipulam testes de emissão e consumo de carros"

Meio ambiente

Da BBC - 20/03/2013

imageNotas do Blog:

1 - Apesar de não seguir a linha de publicações do blog, esse assunto interessa a todos e deve ser postado para mostrar ao público, o quanto somos enganados, sendo essa notícia talvez, uma pequna mostra dos engodos a que estamos expostos.

2 - Que nós brasileiros somos à prova de todo tipo de patifaria não constitui mais novidade porque somos que nem cachimbo, só levando fumo! Porém, se lá na Europa a coisa é do jeito que é, onde as montadoras estão à vontade para manipular seus dados, imaginem aqui, então, que é terra sem dono e sem lei.

O povo e o meio ambiente que se dane, porque eles não estão se lixando pra o prejuízo de ninguém! E o que é mais condenável ainda, com a vista grossa ou mesmo anuência dos governos. Pode?

3 – Os trechos em negrito são observações nossa.

 

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Em termos de consumo de combustível e emissão de poluentes, os carros atuais estão no nível que os números oficiais diziam que eles estavam em 2001, mesmo com todos os avanços tecnológicos da última década.[Imagem: Transport & Environment]

 

Acredite se quiser

Pneus lisos (slick) são cheios muito além da calibração normal para reduzir a resistência ao rolamento.

Os freios são ajustados, ou, às vezes, até mesmo desligados, para reduzir o atrito.

Fendas na lataria são tapadas com fita adesiva para reduzir a resistência do ar.

Algumas vezes, até os espelhos retrovisores são removidos.

Estes são alguns dos truques usados pelas montadoras antes de submeter seus carros aos testes de eficiência no consumo de combustível e emissão de gases poluentes.

"São vários e vários pequenos ajustes," explica Greg Archer, especialista em transporte limpo da ONG Transport & Environment, responsável pela publicação de um relatório que faz as denúncias sobre as práticas questionáveis da indústria automobilística.

Todos os carros vendidos na União Europeia passam por testes oficiais que medem o consumo de combustível e as emissões de gases nocivos, como o dióxido de carbono (CO2) e os óxidos de nitrogênio (NOx).

Esses dados são usados pelos governos - para fundamentar suas políticas de controle ambiental e para determinar o nível de impostos cobrados de cada carro - e pelos consumidores, interessados em comprar carros mais econômicos e menos poluentes.

Na realidade, porém, segundo a entidade, os dados são cada vez mais enganosos, em grande parte porque as montadoras estão melhorando sua capacidade de manipulação dos testes.

"Consequentemente, há um fosso crescente entre o que os motoristas conseguem de fato com seus carros e o que os testes relatam sobre a economia de combustível e as emissões," disse Archer.

 

Diferença entre oficial e real

De acordo com os números oficiais, as emissões médias de CO2 dos automóveis na União Europeia caíram de cerca de 180g/km, em 2001, para menos de 150g/km, em 2011.

Em comparação, no mundo real, as emissões caíram de mais de 190g/km para 180g/km no mesmo período, de acordo com dados de um estudo realizado na Alemanha pelo Conselho Internacional de Transporte Limpo, citado pelo relatório da Transport & Environment.

Ou seja, os carros atuais estão no nível que os números oficiais diziam que estavam os carros fabricados em 2001, mesmo com todos os avanços tecnológicos da última década.

"A diferença entre os números do mundo real e os números oficiais está crescendo ano a ano," disse Archer, apontando como a diferença entre as duas cifras, de 7% em 2001, aumentou para 23% em 2011.

"As montadoras estão enganando seus clientes, promovendo valores de eficiência de combustível que elas sabem que não serão alcançados," complementa Archer.

 

Truques legais

Segundo o relatório, para chegar aos níveis inatingíveis pelos carros reais rodando nas estradas, os fabricantes de automóveis contam com um arsenal de truques para usar durante os testes que incluem:

  • desconectar o alternador, para que o motor não gaste potência para recarregar a bateria durante o teste;
  • usar lubrificantes especiais que não são usados em veículos de série, a fim de reduzir o atrito;
  • desligar todos os aparelhos elétricos, incluindo ar condicionado e rádio;

Segundo o relatório, contudo, não há qualquer evidência de que as montadoras estejam quebrando regras formais.

"Mas elas não precisam. Os procedimentos dos testes atuais são tão frouxos que há amplas oportunidades para massagear os resultados do teste," diz a publicação.

De fato, sob o sistema New European Driving Cycle, os fabricantes são livres para declarar resultados dos testes de CO2 4% abaixo dos resultados medidos.

"Nós vamos ter de fechar essas brechas", diz Archer.

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Bibliografia:
Mind the Gap! Why official car fuel economy figures don’t match up to reality
T&E Report
Transport & Environment
http://www.transportenvironment.org/publications/mind-gap-why-official-car-fuel-economy-figures-don%E2%80%99t-match-reality

domingo, 5 de maio de 2013

Manual da Indústria Gráfica

* Publicado em 2006
A indústria gráfica brasileira possui um parque diversificado atendendo a todos os setores da economia nacional. É responsável pela geração de mais de 200 mil postos de trabalho diretos em aproximadamente 15.000 empresas, e por 1% do PIB nacional e 3,3% do PIB industrial. No Estado de São Paulo, concentram-se 35% das empresas e 41% dos trabalhadores deste ramo industrial.

O rápido desenvolvimento tecnológico permite o surgimento de novos e vários canais de comunicação que competem mais intensamente com a comunicação impressa que passa a ser utilizada de outras formas, com outros requisitos. A empresa tem que ter a capacidade de se transformar segundo os novos requisitos de mercado, ser inovadora, agregar valor aos seus trabalhos e clientes, ser competitiva e entender que o serviço prestado vai além do serviço tradicional de impressão.

De forma geral, este ramo industrial apresenta condições de trabalho que podem ser aprimoradas a partir do reconhecimento de suas inadequações e da implementação de medidas de controle necessárias, além da utilização de técnicas mais modernas de gestão de segurança e saúde no trabalho.

A Diretoria de Assistência Médica e Odontológica do SESI/SP, por meio da Gerência de Segurança e Saúde no Trabalho elaborou e apresenta o Manual de Segurança e Saúde no Trabalho para a Indústria Gráfica, o quinto de uma coleção voltada a motivar e orientar gestores e trabalhadores em relação à segurança e saúde no trabalho, aprimorar ambientes laborais e promover a redução dos riscos ocupacionais e de seus efeitos nos trabalhadores.


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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Jornal O Segurito – Edição 80

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Manaus, maio 2013 – Edição 80 – Ano 7

Boa Leitura!

 

Para sugestões ou críticas:

Prof. Mário Sobral Jr.

sobraljr27@ibest.com.br

 

Mensagem ao leitorimage

Prezados Prevencionistas,

As engrenagens da NR 12 já estão em movimento e você, enferrujando sem implantar as medidas obrigatórias?

Fiquei tão preocupado que neste mês o Segurito vai ajudá-lo a iniciar a lubrificação

e a gestão desta NR .

Para dar uma ajuda nesta edição convidei o amigo Dayglis Silva que irá me ajudar a

passar várias informações sobre a NR12.

Acione a leitura e só pare com o botão de emergência.

Um abraço e vamos às ações,

Prof. Mário Sobral Jr.

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Qual a parada?

Muitos não sabem, mas os sistemas de parada de emergência também são classificados em categorias.

É o que chamamos de Categoria de parada 0 e Categoria de parada 1.

A Categoria 0 exige a interrupção imediata de energia dos atuadores da máquina.

Já a Categoria 1 exige que a energia seja mantida para aplicar frenagem até que a parada seja atingida e logo em seguida a energia do atuador possa ser removida. Xiii, embaralhou tudo, né? Vamos esclarecer.

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Uma proteção intertravada com bloqueio, muitas vezes acompanha uma categoria do sistema de parada 1. Isso mantém a proteção trancada na posição fechada até que a máquina alcance o estado seguro (ou seja, parado). Imagine uma serra vertical de fita, daquela usada pelos açougueiros para corte de carnes. Numa situação emergencial o botão de emergência será solicitado e após o seu acionamento a fita da serra iniciará o processo de parada por desaceleração, por causa da inércia. Em máquinas como esta a parada imediata pode gerar danos e acidentes graves por consequência da ruptura de suas partes, no caso a fita da serra. Nesse exemplo, a máquina terá parada de emergência Categoria 1.

É importante lembrar que essa decisão de determinar o tipo de Categoria de parada de emergência estará embasada na Avaliação de risco da máquina.

Dayglis Silva – Téc. de Seg. do Trabalho e Consultor em Proteção de Máquinas – dayglis@ibest.com.br

 

Gestão Extintor

É dia de manutenção de várias máquinas e como não foi possível parar a produção durante a semana a atividade acabou sendo transferida para depois do expediente.

Infelizmente o acompanhamento do SESMT não foi autorizado, por causa da hora extra.

Você deve saber que em muitas empresas, mesmo quando a manutenção é realizada fora do horário de expediente a urgência faz parte do serviço, ou seja, as condições não são as ideais.

Mas tudo bem, o serviço tem início e o Tiozinho da manutenção faz todo o procedimento estabelecido, desliga a máquina, desliga a fonte de energia, sinaliza, coloca corrente, aproxima o extintor e tudo mais que o “chato” do técnico deixou escrito na PT emitida antes de sair (foi o máximo que conseguimos fazer).

Hora do jantar e o Tiozinho já volta em outro ritmo. Começa a relaxar nos procedimentos e começa a pensar:

- Talvez não seja necessário sinalizar, estou sozinho mesmo! E ainda completa: acho que se deixar ligada será mais fácil de testar.

E o ambiente começa a ficar cada vez mais propício para um acidente.

Inventei esta historinha, mas é uma situação frequente. E não venha colocar a culpa no Tiozinho, ele detesta ir trabalhar depois do expediente e quanto mais rápido acabar melhor.

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- Ok professor, então a culpa é do gerente que não liberou o SESMT para acompanhar?

- Você acredita mesmo que o SESMT consegue evitar o acidente só com a sua presença? Em geral, irá no máximo deixar o Tiozinho um pouco mais alerta.

- Então de quem é a culpa professor?

- Meu filho, não gosto de indicar culpado, mas como você está insistindo, a culpa é da falta de gestão.

- Cumé quié?

- Isso mesmo, caso a empresa trabalhasse com uma gestão adequada, teria uma manutenção preventiva, que evitaria as manutenções sem programação antecipada (o que irrita deveras o Tiozinho), o número de manutenções diminuiriam, o que também iria diminuir o tempo de exposição aos riscos.

Além disso, como a manutenção seria programada, poderia haver um melhor estudo da forma mais segura de realizar a atividade e caso necessário, a programação antecipada do SESMT acompanhando a manutenção.

Verifique os acidentes das manutenções e você vai ver que um dos principais motivos é a organização inadequada das tarefas, utilizando de um gerenciamento modelo extintor, ou seja, só apagando incêndio.

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Piadinhas

Poucas mulheres jogam futebol porque a maioria não suporta ver outras dez usando a mesma roupa que elas.

***

- A sua perna não tem nada – conclui o médico.

- Então, por que é que dói?

- Deve ser por causa da sua idade.

- Não concordo Doutor, a outra tem a mesma idade e não dói!

***

Vai entender: pobre sempre diz que não tem nada, mas quando tem enchente diz que perdeu tudo.

Facebook. Twiter. Que nada...

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O problema é de quem

Um dos dispositivos de segurança mais “simples” de ser utilizado para proteção de

máquinas é a chave de segurança.

Porém, precisamos estar alerta para alguns detalhes que podem se tornar grandes

problemas.

Quando temos acesso à área de risco de uma máquina por uma proteção móvel é meio óbvio que é necessário a máquina parar quando tivermos que abri-la.

Nesta situação entra em ação a tal da chave de segurança que estará fixada na proteção móvel e no corpo da máquina, interligada a alimentação de energia do equipamento. Ao abrirmos a proteção, o circuito é aberto e a máquina desliga.

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Um detalhe importante são as máquinas que, apesar de desligadas, em função da inércia, o movimento continua. Para este caso é preciso o uso de sistema de monitoramento do tempo da máquina, utilizando, por exemplo, um relé de segurança.

E apesar de ter uma operacionalização simples, em função desta simplicidade, é comum operadores burlarem o sistema.

Nada mais fácil do que quebrar a parte que fica na proteção móvel e deixar conectado no corpo da máquina.

- Ahhh professor! Mas aí é por conta do operador. Não tenho culpa se ele que perder o dedo!

Infelizmente ou felizmente, não é bem assim, nunca é demais se lembrar do artigo 157 da CLT que estabelece que o empregador deve cumprir e fazer cumprir as normas de segurança.

Ou seja, ainda que o operador tenha burlado, em geral, esta situação pode ser de conhecimento do supervisor, do líder, e infelizmente, em algumas empresas, até mesmo do SESMT, ou seja, da empresa.

Com isso, a empresa não pode se eximir da culpa, pois é obrigada a orientar e “punir” com advertências, suspensões ou até demissão caso seja necessário.

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PIADINHAS

Tem gente que diz que joga lixo na rua para garantir o emprego do gari. Mas morrer para dar trabalho ao coveiro ninguém quer.

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Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados e diz-lhes: Respirem fundo: vou trocar o fusível.

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Existem três frases que vão levar sua vida em diante: "Não diga que fui eu", "Já estava assim quando cheguei" e "Oh que boa idéia chefe"

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Segurança e Saúde no Trabalhado para a Indústria de Cerâmica Estrutural e Revestimento

 Manual de Segurança e Saúde no Trabalhado para a Indústria de Cerâmica Estrutural e Revestimento

Devido à abundância de matéria-prima, à facilidade de extração e de moldagem enquanto no estado de barro úmido e ao endurecimento por secagem ou cozedura, a cerâmica é provavelmente o primeiro material artificial produzido pelo homem. O desenvolvimento da indústria cerâmica brasileira acompanhou as transformações socioeconômicas, com a intensificação do crescimento urbano e o início do processo de industrialização.

Hoje, a indústria cerâmica tem participação da ordem de 1% do PIB brasileiro com aproximadamente 5.000 empresas, a maioria micro-indústrias, que empregam 110.000 trabalhadores. O estado de São Paulo conta com 21% das indústrias e emprega 24% dos trabalhadores da indústria cerâmica no Brasil. A maioria dos trabalhadores é do gênero masculino e com baixo grau de escolaridade.

Este ramo industrial apresenta condições de trabalho que podem ser aprimoradas a partir do reconhecimento de suas inadequações e da implementação de medidas de controle, adoção de regras, métodos e procedimentos voltados a garantir o trabalho seguro, com participação dos trabalhadores.

A Divisão de Saúde do SESI-SP apresenta o Manual de Segurança e Saúde no Trabalho direcionado à Indústria de Cerâmica Estrutural e Revestimento, o oitavo de uma coleção voltada a motivar e orientar gestores e trabalhadores em relação à segurança e saúde no trabalho, aprimorar condições laborais e promover a redução dos riscos ocupacionais e de seus efeitos nos trabalhadores.

 

Informações e Sugestões
Centro de Apoio em SST
Telefone: (11) 2291-1444 Ramal 214
e-mail: atendesstcatumbi@sesisp.org.br


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Manual de Segurança e Saúde no Trabalhado para a Indústria de Cerâmica Estrutural e Revestimento (4.648 Kb - PDF)

domingo, 28 de abril de 2013

NR-36 – Correção

imageNota: em postagem anterior publicamos o teor da NR 36 como sendo NR 37, posto que copiado de outra fonte que não a do MTE, pelo que  pedimos desulpas aos nossos leitores

NR-36 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM EMPRESAS DE ABATE E PROCESSAMENTO DE CARNES E DERIVADOS Publicação D.O.U. Portaria MTE n.º 555, de 18 de abril de 2013 19/04/13

Download:  http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C812D3DCADFC3013E237DCD6635C2/NR-36%20%28atualizada%202013%29.pdf

sábado, 27 de abril de 2013

Que significa?

  O que é estudo de rigging?

  Fonte:  http://www.veromath.com.br/faq.php?faq=13

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Estudo de rigging é o planejamento da movimentação do equipamento, na qual se é verificado as condições gerais para um trabalho com segurança, considerando o peso da peça, ângulos máximos permitidos na tabela do guindaste para a boa realização dos trabalhos, assim como uma avaliação minuciosa do local e equipamentos necessários para o andamento dos serviços a serem prestados. O estudo do rigging é constituído através de um levantamento criterioso para a garantia de um trabalho com segurança.

- O que é ponte rolante?

Ponte rolante é um equipamento utilizado para transportar cargas dentro de um espaço físico pré-determinado. É constituída de uma viga principal apoiada em suas extremidades por apoios rolantes.

- O que é guindaste?

Guindaste é um equipamento utilizado para a elevação, e movimentação de peças e materiais pesados, que disponibiliza de mecanismos mecânicos capaz de movimentar cargas além da capacidade humana.

- O que é caminhão munck?

Caminhão Munck é um equipamento hidráulico utilizado para carregamento, descarregamento, transporte e movimentação de máquinas e peças pesadas.

- O que é Empilhadeira?

Empilhadeira é uma máquina usada para carregar e descarregar mercadorias em geral, paletes, caixas, etc. Existem diversos tipos de empilhadeiras, e são mais utilizados em galpões fechados. Possuem capacidades diversas dependendo de cada empilhadeira.

- O que é patolamento de guindaste?

O patolamento consiste em estender os braços das sapatas e abaixar as sapatas até o solo. Isto porque o correto do é a condição fundamental para uma operação segura. Além disso, este procedimento é necessário para qualquer tipo de operação efetuada com guindaste.

 

image

O que é um "rigger"?

Rigger é o profissional responsável pelo planejamento, cálculos e elaboração do plano de içamento e movimentação de cargas com equipamentos de guindagem.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Manual de Segurança e Saúde no Trabalhado para a Indústria da Transformação do Material Plástico

 A indústria de transformação do material plástico participa com 1,5% do PIB nacional e quase 3% do total na indústria de transformação. Conta com aproximadamente 11.500 empresas que empregam 320.000 trabalhadores, a maioria de micro e pequeno porte. O Estado de São Paulo concentra 45% das indústrias e 46% dos industriários desse setor. A maioria dos trabalhadores são jovens, do gênero masculino e com ensino médio completo.

Esse ramo industrial pode aprimorar suas situações de trabalho a partir do reconhecimento das inadequações, da adoção de medidas de controle, de regras, de métodos e de procedimentos voltados à garantia do trabalho seguro.

A Divisão de Saúde do SESI-SP apresenta o Manual de Segurança e Saúde no Trabalho dedicado à Indústria de Transformação do Material Plástico, o nono de uma série voltada à motivação e orientação de gestores e trabalhadores para o aprimoramento das situações de trabalho, para a redução dos riscos ocupacionais e de seus efeitos nos trabalhadores .

 

Informações e Sugestões
Centro de Apoio em SST
Telefone: (11) 2291-1444 Ramal 214
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domingo, 21 de abril de 2013

Setor público terá que aplicar nrs de segurança e saúde no trabalho

10/10/2006

Por coordenação CMQV

Fontes: http://www.cmqv.org/website/artigo.asp?cod=1461&idi=1&id=11804 

 

Caros colegas

Confesso que desconhecia, até o presente momento, qualquer legislação que equiparasse o servidor público ao trabalador regido pela CLT e acredito piamente que muitos profissionais de segurança do trabalho também estejam na mesma situação. Ainda bem que hoje podemos contar com essa ferramenta poderosa denominada internet que nos daá a oportunidade de encontrar aquilo que precisamos, se tivermos paciência e soubermos procurar o que queremos.

Essa matéria, apesar de ser antiga (2006) é de grande importância para o setor, que por falha dos legisladores deixa uma grande lacuna na legislação de segurança do trabalho no que diz respeito aos servidores públicos.

Pena que não seja abrangente em sua totalidade, pois, beneficia somente os funcionários públicos federais. Entretanto, já representa um avanço e abre precedentes para que os demais servidores sejam também contemplados.

 

Normas Regulamentadoras eram aplicadas somente na iniciativa privada.

O setor de saúde pública terá que aplicar a partir de agora, as Normas Regulamentadoras (NRs), que estabelecem diretrizes de SST (Segurança e Saúde no Trabalho) e que são publicadas pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Foi publicada pela Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento a Portaria nº 1675 que define que os órgãos públicos federais são responsáveis pela qualidade das condições de trabalho do servidor e são obrigados a cumprir as Normas Regulamentadoras do MTE.

A nova Portaria, obriga a implantação das NRs 07, referente ao PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - e 09, referente ao PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

Com isto, envolve a aplicação da NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde, entre outras técnicas.

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Download: http://www.servidor.gov.br/seg_social/arq_down/port_1675_061006_manual_servicos_saude_servidores.pdf

PORTARIA DA SRH TRAZ NOVIDADES SOBRE GESTÃO DA SAÚDE DO SERVIDOR

Brasília, 9/10/2006 - Será publicada amanhã (10/10) no Diário Oficial da União, a Portaria Nº 1675 de seis de outubro de 2006, da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, que torna a utilização do Manual Para os Serviços de Saúde dos Servidores Públicos Civis Federais obrigatório aos procedimentos de perícia, uso clínico e epidemiológico relacionado à saúde do servidor público federal.

A publicação da portaria determina também que as normas reguladoras do trabalho, criadas pela portaria nº 3.214 de 8 de junho de 1978, que envolvem o Plano de Prevenção de Riscos de Ambientes e o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional aplicados na iniciativa privada há 28 anos, passem a ser obrigatórios também para a administração pública federal.

Com isso, os órgãos públicos federais tornam-se responsáveis pela qualidade das condições de trabalho do servidor, além da obrigatoriedade da realização de exames periódicos, previstos na Portaria nº 3.241, e já aplicados na iniciativa privada, que serão realizados de 6 em 6 meses, (em caso de trabalhadores expostos a perigos como por exemplo a radiação), e até de dois em dois anos para servidores que desenvolvem trabalhos burocráticos.

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Dowload Alternativo: PORTARIA Nº 1.675, DE 6 DE OUTUBRO DE 2006 - Manual para os Serviços de Saúde dos Servidores Civis Federais.pdf — PDF document, 379Kb